Visita da TBG a MSGÁS reforça posição estratégica de MS no mercado do gás no Brasil



Campo Grande (MS) – Presidente da Transportadora Brasileira Gasoduto Brasil-Bolívia (TBG), operadora do Gasbol no território nacional, Ivan de Sá Pereira Júnior esteve em Campo Grande nesta terça-feira (9) para apresentar a Companhia de Gás de Mato Grosso do Sul (MSGÁS) detalhes da chamada pública para contratação do serviço de transporte do gasoduto. Empresas interessadas no processo podem ter acesso ao edital que será publicado em 30 de julho. Coordenada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a chamada pública será aberta devido ao vencimento do contrato de transporte de gás entre a TBG e a Petrobras no dia 31 de dezembro deste ano, com capacidade de 18 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural. Considerada pioneira na oferta de capacidade por meio do regime de entrada e saída, na avaliação do diretor-presidente da TBG, Ivan de Sá, a medida abre novos caminhos para o desenvolvimento do mercado de gás natural no Brasil e tem a MSGÁS como potencial distribuidora do combustível ao longo do gasoduto. Esse é um processo inovador para o mercado brasileiro. É um primeiro passo concreto que está sendo dado para mudar o mercado de gás no Brasil, no sentido de torná-lo mais competitivo, afirmou. Na prática, segundo a TBG, o regime estimula a contratação de transporte de acordo com o propósito de negócio de cada agente, oferecendo maior flexibilidade para as transações comerciais da molécula. Também permite que o serviço deixe de ser negociado por trajetos pré-definidos desde a origem até o destino, possibilitando aos demandantes (distribuidores ou consumidores livres de gás) contratar apenas a capacidade de saída, e aos supridores (produtores e/ou comercializadores de gás), apenas a capacidade de entrada. Ivan de Sá Pereira Júnior Rudel Trindade
Para o diretor-presidente da MSGÁS, Rudel Trindade, a chamada pública significa a abertura do mercado do gás natural que é benéfica para Mato Grosso do Sul devido a posição estratégica que o estado tem no cenário nacional. Novas empresas vão transportar o gás vindo da Bolívia. Com outras empresas ofertando para as companhias o serviço de transporte vamos ter competição de valores. Então essa nova estrutura só tem a favorecer o mercado, pontuou. Bruno Chaves, Subsecretaria de Comunicação (Subcom) Fotos: Edemir Rodrigues

Fonte: Governo do Estado do MS




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