Trump avalia ordem executiva contra Google e Facebook, diz site



Ação se concentraria na suspeita de que empresas estejam agindo segundo viés político (Chris McGrath/Getty Images) Donald Trump avalia assinar uma ordem executiva para abrir investigações federais nas instâncias criminal e antimonopólio contra práticas de empresas de tecnologia como Google, Facebook e outras redes sociais. As informações são da Bloomberg. Em setembro, Trump intensificou seus ataques contra as grandes companhias tecnológicas, advertindo-as para que tenham “cuidado” em relação ao que considera como resultados de busca na Internet “manipulados”. De acordo com os jornais americanos, a ordem executiva da Casa Branca se concentraria na suspeita de que empresas estejam agindo segundo viés político, e poderia representar uma escalada dos atritos do presidente com essas companhias. As empresas negam que estejam trabalhando para silenciar vozes com base em critérios ideológicos e partidários. Veja também MundoVice-ministro da Justiça discutiu afastar Trump do cargo, diz jornal query_builder 21 set 2018 – 16h09 “Departamentos e agências do Executivo com autoridades que poderiam ser usadas para melhorar a concorrência entre as plataformas on-line deverão usar essas autoridades para assegurar que nenhuma plataforma on-line exerça seu poder no mercado de maneira que prejudique os consumidores”, diz um rascunho da ordem. O texto exige ainda que as agências federais investiguem se há “violação das leis antitruste” por parte das plataformas. Casa Branca nega autoria do rascunho  O jornal The Washington Post cita três assessores da Casa Branca que negaram terem redigido o rascunho e disseram desconhecer sua origem. Um alto funcionário afirmou ao veículo que o documento existe, mas que ainda deve passar pelo processo formal de análise. “Apesar de a Casa Branca estar preocupada com a conduta das plataformas on-line e com seu impacto na sociedade, este documento não é resultado de um processo oficial de planejamento de políticas da Casa Branca”, disse a porta-voz adjunta da presidência, Lindsay Waters. Há tempos, Google e outras empresas de Internet enfrentam queixas sobre os resultados das buscas, que se baseiam em algoritmos que podem levar em conta o histórico de navegação, a localização, entre outros fatores.

Fonte: Veja




Comente







Posts Relacionados